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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Foi memorável aquela reunião...

Estávamos os dois na minha sala de reuniões. A reunião há muito que tinha terminado e todos foram saindo. E ela saiu também, mas há pouco voltou atrás, sorrindo-me apoiada na ombreira da porta, numa pose sensual que prenderia mesmo o olhar do mais púdico.
Devolvo-lhe o sorriso, não resistindo a perguntar: - Voltaste?
- Parece que sim. - Retorquiu misteriosa sem desmanchar aquele sorriso sensual, avançando até à mesa como um andar felino, capturando o meu olhar que já só lhe percorre o corpo de alto a baixo, denunciando o meu interesse.
E ela sentindo o meu olhar nas sua coxa, sentou-se de lado na mesa erguendo-a, levando-me a imaginar como estará agora entre aquelas pernas...
Este pensamento excita-me e dou com o olhar dela a tocar o volume que se ergue nas minhas calças. Desvia repentinamente o olhar e olhando-me nos olhos, enquanto passeia lânguidamente as pontas dos dedos pela mesa, dispara súbitamente: - Já comeste alguém nesta mesa?
A pergunta surpreendeu-me e deixou-me momentâneamente sem resposta. Há muito que a desejava e suspeitava que eu também não lhe era indiferente. Aquelas trocas de olhares denunciavam-na... Mas disto não estava à espera.
E lá estava ela ali com a coxa apoiada na mesa, ainda passeando os dedos levemente como se os estivesse a passar no meu corpo, aproximando-os do meu pénis.
Uma forte erecção devolveu-me rápidamente a capacidade de resposta.
- Podes ser a primeira...
- O que te leva a pensar que quero ser a primeira?
Ahhh! aquele olhar, aqueles dedos que não param, os seios a pedir para serem agarrados, chupados... estou a ficar louco!!
Respondo em tom de desafio: - Tu queres ser sempre a primeira em tudo.
Olhou-me, sorriu, contornou a mesa e colocando-se bem à minha frente de costas para a cabeceira, sentou-se nela afastando um pouco as pernas e sem desmanchar aquele sorriso sedutor, aguardando a minha jogada...
E eu joguei. Joguei impulsionado apenas pelo tesão do momento.
Avancei rápido para ela, metendo-me entre as coxas que se abriram para me receber, entrelaçando-se e puxando-me contra o seu sexo húmido, enquanto as bocas se fundem na sofreguidão de um tesão há muito acumulado.
Uma pausa para respirar e logo os dedos rápidos, desapertam e abrem os zipers, deixando cair ao chão aquela fina camada de civilização que impede a entrega total dos animais que há em nós. E logo nus nos apertamos e esfregamos, sentindo o tesão um no outro.
Com a ponta da língua, lambo-lhe em volta os mamilos já eriçados e endurecidos, enquanto ela se recosta na mesa, apoiada nos braços, apenas sentindo e gemendo o prazer sentido, erguendo para cima o corpo e movendo-o de forma a esfregar na minha boca os seus seios, como se eles me implorassem "chupa-me, chupa-me!"...

E eu chupei. Chupei e devorei aqueles seios em forma de pêra, abocanhando e metendo toda a ponta na minha boca, sugando um de cada vez, antes de voltar à sua boca.
E os corpos abraçam-se e apertam-se de novo... as mãos descendo rápidamente, impulsionadas por este intenso tesão que me endurece o falo que ela agora aperta, ou me molha as pontas dos meus dedos que se perdem entre os seus lábios vaginais.
Estou louco e quero-a já, fervendo como uma poderosa locomotiva, mas sou de repente travado por um "espera!".
Ela afasta-me empurrando-me para trás com aquele sorriso misterioso, perante o meu olhar incrédulo, falando: - Sou a primeira nesta mesa, por isso quero que seja memorável.

Dizendo isto, salta para o chão rápida e sensual como uma gata, convidando-me a estender-me naquela mesa, como se eu fosse o prato principal de um banquete.
A situação excitou-me ainda mais e ela adorou o perfil daquele mastro erguido que beijou e acariciou com as pontas dos dedos, antes de saltar de novo para a mesa, olhando-me nos olhos e falando com os lábios melados e com a voz alterada pela excitação: - Já subi ao podium... agora quero o prémio.
Volta-se então de costas para mim, enterrando-me todo nela, devagar, bem devagar, saboreando o momento. E eu gemo com ela, acariciando-lhe os seios nas minhas mãos...
Foi uma cavalgada memorável que prolongámos tanto quanto nos foi possível, completamente nus a foder em cima da minha mesa de reuniões, a mover-nos sincronizados e a gemer em uníssono o prazer daquele momento realmente memorável, em que já só existimos os dois na nossa entrega.
Há muito que o mundo se desvaneceu à nossa volta, não importando mais o risco de alguém surgir por aquela porta. Então, sentindo que ela se aproxima rápidamente do orgasmo, agarro-a pela cintura e começo a fazê-la subir e descer em mim, rápidamente, em sincronia com os movimentos fortes do meu falo que nela se afunda a cada descida do seu corpo.
E explodem então em nós dois, violentos e intensos os orgasmos.


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O tesão daquele engate...

Nunca nos vimos, nem nunca estivemos juntos. No entanto, já nos conhecemos há alguns anos, alguns anos em que temos partilhado os pensamentos e até as confidências mais intimas.

Nunca calhou acontecer, mas ontem surpreendeste-me ao revelares subitamente a vontade de viveres aquela tua fantasia do engate... comigo.

Por isso estou agora neste bar, olhando ansioso por te descobrir em quem entra e tu entras finalmente, monopolizando o meu olhar que logo o teu atrai.

E sentes como te penetra este olhar até ao fundo de ti, incendiando logo o teu desejo.

Entre sorrisos e olhares possuídos, trocamos dois simples "olá", quase sussurrados e enrouquecidos pelo desejo evidente, aproximando os rostos para trocar dois beijos que nunca chegarão ao destino, já que as bocas se colam pelo caminho uma na outra, num beijo de lábios que se acariciam discretamente entalando-se uns nos outros...

- Ainda bem que pensámos em tudo... - sussurro ao teu ouvido.

Sorris com aquele sorriso tremendamente sedutor e carregado de desejo, que eu tantas vezes tentei imaginar e limitas-te a dizer: - Leva-me e surpreende-me.

Rápidos chegamos ao carro e nele atravessamos a estrada para o motel, trocando olhares cúmplices e plenos do desejo que agora nos consome.

Já no motel, acabada de abrir a porta do quarto, logo nos beijamos, apertando-nos ali mesmo de pé, entre abraços e amassos, esfregando corpos e sexos, enquanto as roupas se abrem e se soltam arrastadas pela voracidade deste nosso tesão.

E seminus unem-se bocas e línguas que se enroscam e possuem uma à outra. Sentes de repente uma mão que se intromete logo ousada entre as tuas pernas, denunciando a força do tesão que me invade...

Os dedos mergulhando ágeis na tua húmida caverna, desmoronando em ti o último baluarte da razão, à medida que tesão e prazer te invadem com a força de um tsunami.

Enlouqueces e eu sinto a tua loucura na forma como me agarras o sexo e o tiras para fora das cuecas, duro e erguido para teu prazer...

Hoje é daqueles dias em que o desejo não espera por um quarto, por uma cama, ou mesmo um sofá... vou-te penetrar ali mesmo contra aquela parede com a voracidade com que o macho possui a sua fêmea no cio. E tu és agora essa fêmea e sem compostura nem decoro, apressas-te a encostar o meu sexo, agora caralho tesão, na entrada da tua cona molhada, tal é a vontade e o desejo de te sentires por mim trespassada.

E eu sem te fazer esperar, trespasso-te com esta espada incandescente do desejo imenso que acendeste em mim, socando forte em fortes movimentos pélvicos... apertada entre mim e a parede, agarras-te ao meu pescoço, esfregando os seios no meu tronco nu e suado, libertando-os do soutien e roçando os bicos na minha pele nua, à força do movimento das minhas fortes penetrações em ti.

Agarras-te com força a mim e levantas uma perna que cruzas e apertas contra as minhas nádegas que contraio a cada penetração... As bocas fecham-se uma na outra, devoram-se, misturam-se e envolvem-se as línguas sem pudor... beijamo-nos, sugamo-nos e fodemos, fodemos, fodemos, fodemos desalmadamente...

Eu sinto o prazer que tens em cada investida que faço em ti e tu sentes-me todo, sentes o prazer crescer em mim a cada toque no fundo do teu ser...
Sentes-me e eu sinto-te, assim completamente entregues ao prazer... dar e receber a um ritmo intenso e enlouquecedor... enlouquecemos juntos... gozamos juntos... viiiiiiiiimo-nos juntos...

E ainda nem chegámos à cama... a tarde promete.

terça-feira, 23 de julho de 2013

O poder da sedução...

Deixei-me ficar para trás propositadamente, esperando que todos saíssem e tu, tu sabes que uma tempestade se avizinha, mas longe de a acalmar, excitas os elementos com sedutores e intermináveis olhares e sorrisos. É como se me pedisses: "Fica... quero que me comas".
Agora que os últimos saíram, trancas a porta e sentas-te tranquilamente ali junto àquela mesa onde os nossos olhares se cruzaram a primeira vez. Enches um "flute" de "champagne", molhas nele os lábios e neles a língua, num sedutor e irrecusável convite ao tesão que mal se contém apertado nas minhas calças.
Atravesso a sala, olhando-te nos olhos, trocando olhares de profundo desejo, vontade de ter e possuir que se fecha num longo beijo em que te abres para receber o meu corpo entre as tuas pernas, que se abrem mais à passagem da minha mão. Nenhum de nós esconde a urgência de um tesão acumulado em longas e sedutoras trocas de olhares. Um tesão imenso de possuir e ser possuído... um tesão que sentes na mão com que libertas e agarras o meu sexo... o tesão com que te subo a saia e baixo de repente a calcinha, libertando as pernas e mergulhando a minha cabeça entre elas... e tu? Tu poisas as pernas nos meus ombros e recostas-te languida e voluptuosamente, entregando-te de corpo e alma ao prazer daquele momento... tão esperado, desejado e sempre tão único.

terça-feira, 23 de abril de 2013

No calor daquela noite... tesão e paixão!

Desde que cheguei a tua casa e durante toda a festa me seguiste com o olhar. com ele me prendeste e com ele excitaste o meu desejo que agora não me larga, invadindo a minha mente com os pensamentos mais eróticos e obscenos.

Ah! como eu queria agora possuir esses teus seios fartos, mal tapados pelo teu longo vestido vermelho!!!

Mas também durante toda a noite me evitaste, afastando-te com uma desculpa qualquer sempre que de ti me aproximei, como num jogo do gato e do rato em que já não sei quem é um e quem é o outro.

Finalmente dás por finda a festa e todos começam a sair. Despedes-te de todos um a um e eu de propósito vou ficando para o fim...

Sorris enquanto trocamos dois beijos e dizes-me apenas antes de te voltares para outro grupo:
- Gostei que tivesses vindo.

Os meus amigos sedentos de prosseguir a ronda da noite quase que me arrastam à força para fora, mas eu quero ficar e digo-lhes apenas que vou para casa dormir. Chamam-me maluco metem-se nos carros enquanto os teus últimos convidados deixam o prédio, seguidos pelo teu olhar, lá em cima no teu romântico terraço.

Olho-te uma vez mais imponente e sensual no teu vestido vermelho e quase que consigo adivinhar o teu sorriso, quando... algo quase imperceptível desliza discretamente das tuas mãos, caindo junto de mim.

Coloco-lhe o pé em cima para impedir que salte para longe e discretamente baixo-me como para apertar o sapato e recolho a chave com a mão.

Entretanto lá em cima, calmamente afastas-te do parapeito e sentas-te no sofá, saboreando um sauvignon blanc e é assim que eu te encontro quando de novo entro no teu terraço, agora brindado com um sorriso aberto que soa em mim como um "demoraste muito".

Estás ali mais sensual do que nunca, com os teus seios a arfar de ansiedade, como se quisessem saltar do vestido. Os mamilos já salientes enchem-me de um intenso tesão que me percorre e me deixa de espada em riste.

Soltas um gemido involuntário, quando os toco com as pontas dos dedos e agarro um seio que aperto mesmo sobre o vestido e saltas despudoradamente para o meu colo quando me sento a teu lado, afirmando assim o quanto me queres agora... Sem hesitar correspondo aos teus mais secretos desejos e beijo-te na boca penetrando-te e possuindo-te assim com a língua, enquanto as mãos libertam os seios do vestido que os contém, apertando e apalpando na maior loucura.

E assim nos beijamos, lambemos e chupamos enquanto esfregamos os sexos excitados, proferindo obscenidades e loucas vontades...

Deito-te no sofá e ergo o vestido que agora só te tapa a cintura... puxo-te as calcinhas e abro-te as pernas com força e sem meiguice, olhando-te nos olhos... todo o teu corpo se contorce e arfa com o tesão que leio no teu olhar.

Rouca de emoção, ordenas-me: - Fode-me! Fode-me toda!

E eu, atirando fora a camisa que há muito me abriste, tirando as calças de forma decidida, hesito de forma propositada no momento de revelar o que agora mais queres em ti... e sorrio. Sorrio da mesma forma que me sorriste toda a noite e, montando-me em ti, tiro para fora o mastro que logo se ergue para teu prazer, possuindo com ele os teus seios que aperto. E tu louca abocanhas a cabeça redonda e macia sempre que avança para a frente, dando-lhe as chupadas que me fazem soltar aqueles gritos que atiçam ainda mais o teu tesão.

E louco meto três dedos fundo em ti, possuindo-te o sexo ao mesmo tempo que te possuo os seios... e loucos gozamos assim em orgasmos violentos que em lugar de nos acalmar, excitam ainda mais a tempestade que se avizinha...

Ergo-me e ergo-te também, beijando-te sofregamente na boca, antes de te encostar naquela tua mesa em que tanto fantasiei comer-te ao longo da tua festa. Na minha mão, o falo imenso apertado, pronto a empalar a tua cona molhada com os golpes viris porque tanto anseias...

Não te atreves a pedir que te foda com receio que eu atrase mais tal momento e por isso soltas apenas um gemido rouco quando me olhas com aquele olhar submisso. Então eu enterro-me em ti todo de uma vez dando início ao carrossel que, para baixo e para cima e em todas as posições, nos fará girar até cair...

sábado, 17 de novembro de 2012

Reencontro de amantes... na urgência do tesão!


Passou-se um longo tempo em que não falámos, não nos vimos, não nos encontrámos, não nos beijámos, não nos entregámos, não nos lambemos, chupámos, possuímos... fodemos.
Agora voltámos com mais desejo do que nunca. Uma vontade imensa, um desejo contido, um tesão urgente que nos consome e queima por dentro.
Não combinamos no sitio do costume, caminhando depois juntos até ao apartamento como normalmente faríamos... Encontra-mo-nos logo lá, já que a urgência do tesão exige entrega total e imediata.
Quero chegar primeiro para preparar uma surpresa e por isso adianto-me... abro a porta e dou contigo a acabares de te despir, ainda calçada nos teus saltos altos... uma moderna deusa do amor, do sexo e da paixão, seminua numa lingerie negra e provocante...
Fico doido no meu tesão mal contido, o meu sexo duro e enorme a pressionar a roupa para se erguer... Sorris e chupas um dedo provocadora - sabes como espicaçar o meu tesão. E eu arranco e atiro a camisa para longe e avanço... avançamos... chocamos e apertamos os corpos seminus. Sentes a loucura do meu tesão esfregar-se apertado contra o teu sexo que já te molha a negra e sexy lingerie. Seguem-se beijos e loucos linguados... deslizam as mãos pelos corpos, libertando-os e aos sexos do resto da roupa... Sentes os meus dedos fundo em ti como eu sinto os teus a apertar o meu tesão viril. Ergo-te do chão e encaixo-me em ti enterrando a minha fálica lança até ao fundo das tuas entranhas...
Apertas-me com força enquanto fodemos na urgência do tesão.
Caimos sobre o sofá cama fodendo sem parar possuídos pelo imenso tesão da separação. Fodemos como loucos, selvagens, animais, querendo recuperar de uma só vez todo o tempo perdido...
Juntos gememos e juntos gritamos uma imensa vontade feita prazer... Juntos gozamos como um só numa explosão imensa do vulcão agora de novo desperto e activo.

sábado, 30 de junho de 2012

No calor da fria festa...


Era uma daquelas festas de trabalho em que nada acontece, quase todos concentrados nos proveitos profissionais. A mim aborrecem-me tais festas, sobretudo a partir daquele momento em que nada de novo acontece. No entanto tu despertaste logo a atenção do meu olhar... Estás tão aborrecida quanto eu, vejo-o também no teu olhar errante. E agora como era inevitável cruzaram-se... e prenderam-se um no outro.
Já não me recordo sequer da forma como te abordei e das palavras que trocámos, subjugado pelas deliciosa recordação do teu olhar e do teu sorriso, de tua voz e da sensualidade com que te moves e com que me seduzes de corpo e alma... Inevitavelmente convidei-te para dançar e juntos dançámos num crescendo de emoções e sensações que partindo do leve roçar dos corpos, depressa se estendeu ao apertar dos sexos um contra o outro e ao sussurrar loucuras por entre beijos chupados e ousados. Neste momento estávamos já no canto mais discreto e escuro da sala e, por entre a loucura do desejo não resistimos a toques e carícias mais ousadas.
Reajo ao prazer e ao desejo incontido que sinto no meu sexo e na tua mão que o agarra, com uma volúpia pelo tesão sussurrada:  
- Estamos num Hotel... vamos agora conhecer os quartos?

Nada dizes e por momentos nada fazes, olhamo-nos  apenas olhos nos olhos, lendo no mais profundo das nossas almas o desejo que nos assola... E a resposta surge inevitável na ponta das línguas que se misturam vorazes, naquele imenso beijo que aperta corpos e sexos, dominados pelo tesão e pela paixão. Está assim selado o futuro desta que será uma longa noite...

terça-feira, 7 de junho de 2011

O projecto...

Passaram já duas semanas desde que fui surpreendido no elevador por aquela mulher que agora não me sai da cabeça, um vulcão de desejo e paixão pronto a explodir a qualquer momento.

Não me voltei a cruzar com ela, não voltámos a trocar aqueles olhares de desejo e sedução. Não sei quem é nem onde trabalha neste enorme edifício. Pode até ser como eu, apenas consultora de uma qualquer empresa e vir aqui apenas esporadicamente... Mas não sei porquê tenho a estranha sensação que ela quando quiser me saberá encontrar. Afinal ela até sabia o meu nome...

Isto está a enlouquecer-me... Quando percorro o edifício ou quando subo naquele elevador, sinto em mim o seu olhar penetrante e sedutor, como se ela me observasse a todo o momento, como se ela seguisse cada um dos meus movimentos... às vezes só no elevador sinto no meu corpo um arrepio de tesão, como se as suas mãos e os seus lábios percorressem o meu corpo e não resisto a passar a mão sobre o volume do meu pénis excitado e endurecido...

De repente sinto uma mão no ombro e oiço: - “Estás apaixonado pela máquina do café?”

Dou um salto e por pouco não entorno o café sobre mim: - “Bolas João! Ias-me fazendo entornar tudo... passa-se alguma coisa?”

- “Nada de especial, andava só à tua procura e vi-te para aí a contemplar o horizonte na máquina do café...”

- “São horizontes longínquos que se perdem em curvas...”

- “Boa! Gosto desses horizontes! Mas olha lá, eu vinha à tua procura porque tenho um trabalho para ti, se quiseres, claro... mas seria muito bom para nós se quisesses.”

- “É pá, não sei, estou cheio de trabalho...”

- “Olha, trata-se de um cliente importante para nós... Precisavam de ajuda para um projecto e perguntaram se tu não estarias disponível... Eu disse que tu és independente mas que te passaríamos a informação...”

- “Está bem... onde é isso?”

- “Aqui mesmo, no último piso.”

- “É pá! Esses não são os donos do prédio?"

- "Sim são esses..."

- "Então isso deve ser em grande... O que ficou combinado?”

- “Hoje ao fim da tarde vais lá ter uma reunião e depois decides”...

Outra vez final de tarde... movo-me pelos corredores do edifício contrariando o fluxo de gente que se desloca em direcção à saída. Está difícil arranjar elevador para subir e por isso vou pela escada.

Dirijo-me ofegante à secretária que me aguarda na recepção e apresento-me.

- ”Estava à sua espera” - diz ela com um sorriso.

Sigo-a pelo corredor não conseguindo evitar observar a curva sensual das ancas apertadas na saia justa e travada. Perco-me um pouco no bambolear ritmico daquele traseiro sedutor, imaginando como seria agarrá-lo e penetrá-lo assim por trás... não a ela, mas à minha estranha desconhecida.

Os meus pensamentos interrompem-se à entrada da sala semi-obscurecida, quase apenas iluminada por uma projecção ao fundo.

Estão quatro pessoas na sala que não consigo ainda distinguir bem por causa da diferença de luminosidade. Um homem fala e apresenta-se a ele e ao projecto. Um bláblá retórico e algo enfadonho que termina simplesmente com um - “...foi um prazer conhece-lo, temos excelentes referências suas. Esperamos que decida trabalhar connosco. Agora deixamo-lo com a Paula Marques, a gestora do projecto".
.. E saem todos.

Eu disse todos mesmo. Onde raio está a gestora do projecto?

Nisto oiço uma voz feminina vinda do canto da sala atrás de mim que me começa a explicar o tal projecto, fazendo desfilar slides do powerpoint. É uma voz sensual que me faz perder em pensamentos que me transportam de novo para aquele elevador...

- “Pedro, está a dar atenção? Posso trata-lo por Pedro, não se importa pois não? Já que vamos estar juntos no projecto penso até que nos deveríamos tratar de modo menos informal, talvez por tu, o que acha?...”

Respondo com um sorriso provocador, apelando para o meu sentido de humor: - “Eu ainda não decidi... Paula.”

- “Pois! Eu vou-te pedir um café...”

- “Pede antes uma água, por favor”

- “Boa ideia...”

Saiu e voltou logo, mal me dando tempo para despir o casaco.

“Vejo que te puseste mais à vontade, isso é bom... Desculpa a demora mas tive de procurar as águas... A esta hora temos de ser auto-suficientes já que estamos completamente sós na empresa... eu, tu e elas...” - Acena-me com as garrafas a partir do seu canto sombrio.

Domina-me um pensamento... Que raio... este tom sensual, esta voz... será possível?

Olho para trás mas a única coisa que consigo ver é o vulto que se recorta em ampulheta... Interrogo-me... será?

A voz dela interrompe-me: - "Pedro quero que vejas agora esta parte com atenção antes de te decidires..."

Volto-me de novo para o ecrã quando muda o slide para um título que enche a imagem de um lado ao outro - "O lado B do projecto" e em subtítulo - "Confidencial". Sinto então os passos dela atrás de mim e hesito um instante em voltar-me quando à minha frente começam a desfilar fotos do edifício, do elevador, do escritório, da secretária no seu posto de trabalho, depois do decote dela revelando o limite do soutien e a racha sedutora entre os seios... das ancas, das coxas enquanto está sentada revelando o limite sensual das meias presas ao cinto de ligas...

Começo a sentir um arrepio de tesão que me percorre quando sinto as mãos dela descerem pelos meus ombros penetrando a abertura da camisa... - "Gostas dela? Excita-te?" - Diz-me provocante enquanto acaricia o meu tronco com um toque que me enlouquece de excitação... No meu ouvido a sua voz sussurra sedutora e sensual enquanto me belisca os mamilos: “Queres discutir agora este projecto? Ou só gostas nos elevadores?”

- “Vamos!” - Voltando a cabeça desesperado para apanhar a sua boca na minha... Mas ela verte a garrafa de água sobre o meu peito e afasta-se divertida com o meu tesão. Contorna-me e pára à minha frente levantando devagar a saia e revelando a pouco e pouco as coxas sensuais, os limites sedutores das meias, e... a nudez deliciosa da sua vagina já excitada.

- "Pensavas que eu te largava assim?"

Aaaahh! Que vontade de a agarrar e devorar tal néctar.... mas ela não deixa, empurrando-me contra a cadeira que desliza um pouco mais para trás... E pressionando o comando do projector que parece enlouquecer, disparando a um ritmo alucinante imagens de sexo em escritórios, afirma decidida: - "Tu agora fazes parte do meu projecto".

Avança para mim, abrindo a blusa, expondo aqueles seios que me enlouquecem, assim erguidos por um soutien de meia taça que os deixa semi-nus e expostos ao meu desejo... Sinto na saliva que me enche a boca a vontade louca de os beijar, lamber, chupar, abocanhar...


E monta as minhas pernas entregando na minha boca aquele sublime manjar.

É  com extrema volúpia que toco e envolvo na ponta da língua aqueles mamilos erectos e excitados. Mas é com tesão que os mordisco ou chupo desenfreado.

E as mãos dela... não param quietas, abrindo a minha camisa que puxa para fora das calças, tocando voluptuosamente o meu tronco, brincando excitada com os meus mamilos, ou simplesmente segurando a minha cabeça entre os dedos que acariciam e penetram o meu cabelo, conduzindo e orientando a fúria do meu tesão que se abate sobre os seus seios. E eles também não param quietos, deixando-me ainda mais excitado pela forma como os rebola contra o meu rosto, movimentando o corpo ao sabor do prazer e do tesão.

Meto a minha mão entre as suas coxas abertas percorrendo-as em vaivém até à vagina que toco para a sentir mais molhada que o meu peito encharcado de suor. Penetro-a e toco-a por dentro com dois dedos enquanto o polegar se esfrega suave no seu clitóris. E ela geme... e com prazer arqueia para trás o corpo felino, oferecendo os seios à minha voracidade que não se faz rogada... Ataco-a por cima e por baixo, sentindo que pela primeira vez ela perdeu o controle da situação...

E segurando-a pela nuca com a minha mão livre, puxo-a em direcção à minha boca que se esfrega na sua, lábios nos lábios, beijando, mordiscando, chupando... A língua penetrando e tocando fundo a sua boca, como os meus dedos tocam a sua vagina molhada, sentindo nela o seu tesão que não pára de crescer.

E eu sinto bem a loucura do desejo que a possui na forma como se entrega ao meu, rebolando a vagina nos meus dedos e enroscando e esfregando a sua língua na minha.

Abrandamos a fúria daquele beijo interminável de quando em quando só para respirar e eu digo decidido: - “Quero beijar assim o teu sexo!”

E ela não resiste, talvez sob o efeito dos meus dedos que dentro dela não param... Levanta-se puxa-me a mão tirando-me de si com um gemido delicioso que me deixa com água na boca e afastando-se um pouco, abre e tira a saia que deixa cair a seus pés e, sentando-se na mesa de reuniões, abre-se toda para mim, recortada contra aquele fundo de sexo que desfila a uma velocidade excitante. E diz-me simplesmente: - “Vem! Devora-me...”


E eu acabo de despir a camisa e mergulho entre as suas pernas, mas não directo ao sexo que rodeio em carícias sem sequer tocar... É a minha vez de brincar com o tesão que sinto que a enlouquece cada vez mais...

Beijo e chupo-lhe as coxas, aproximando-me das virilhas que acabo por percorrer com a língua de um e outro lado, enquanto vou sentindo crescer nela a vontade cada vez mais incontrolável de me ter na vagina excitada. Exclama-o entre gemidos e sensuais e excitantes pedidos. Mas não cedo e bailo somente em volta dela com a língua, resistindo ao tesão de lhe devorar já tão sublime néctar, tocando apenas levemente em volta os seus lábios vaginais.

Já não sei quanto tempo vou resistir mais quando sinto o puxão em meus cabelos: - “Vem Pedro! Fode-me toda com a língua e dá-me o teu caralho! Quero sentir o teu tesão na minha boca!”

Excita-me e agrada-me aquele súbito pedido. Abro e dispo as calças enquanto ela atira para fora tudo o que ainda se encontra sobre a mesa, estendendo-se de lado e ocupando-a em todo o seu comprimento. Nunca vou esquecer aquela imagem de deusa, feita fêmea seminua, de lingerie incompleta, mas ainda de sapatos de saltos finos e altos, recortada pela luz das imagens que continuam a desfilar, sexy e excitante, sedutora e seduzida, querendo-me nela como eu a quero...

Preparo-me para tirar as boxers, coladas aos contornos duros dos volumes do meu corpo quando sinto em mim e no seu olhar o desejo que cresce sem limites.

- “Espera Pedro! Não tires as cuecas... deixa esse prazer para mim!”

Contorno a mesa e trocamos um beijo para sentir de novo o tesão nas línguas, enquanto sinto a sua mão percorrer o volume do meu sexo duro e excitado, antes de mergulhar nas minhas cuecas e o apertar com força na mão...

- “Estava com saudades dele... com saudades do teu tesão... com saudades tuas”...

Um novo beijo, sôfrego e intenso antes de deixar cair as cuecas e subir para junto dela … Juntamo-nos então numa explosão de sentidos que aumentam mais e mais o nosso tesão, que se excita e enlouquece com os sabores e os cheiros do sexo. Sinto o toque da sua língua a percorrer o meu sexo... louca, voluptuosa e endiabrada, ao mesmo tempo que a minha percorre o interior dos seus lábios vaginais, tocando sensualmente o clitóris. Sinto o seu prazer nos gemidos que se libertam a cada toque mais ousado e sinto prazer no toque que os liberta. Sinto-a à beira da explosão e abrando...


- “Agora tu Paula! Chupa-me! Devora-me todo!”


E ela ataca-me com toda a fúria do seu tesão... e aperta-me esticando para trás com força a pele do meu falo erecto e duro, a rebentar de excitação. Solto um grito abafado num misto de dor e prazer... e ela chupa-me a glande envolvendo-a nos seus lábios.

- “Aaahhh! Paula és boa! Enlouqueces-me...”

 Sinto o sorriso nos lábios dela esfregar-se contra o tesão do meu sexo, percorrendo-o rápido para baixo e para cima...

- “Ahhhh! Vou explodiiiirr...”

 - ”Não! Ainda não...” -  E aperta-me o pénis em cima e em baixo travando a ejaculação, mas não o prazer do orgasmo que ainda me possuí antes de se desvanecer...

E ela provocante... - “Sou a tua puta e este caralho agora é meu! Só gozas quando eu quiser!”

E eu atiro-me louco à sua vagina, agora buceta e cona... - “És a minha puta louca e eu vou-te levar às nuvens...”

Abro-lhe a cona e beijo-lhe os lábios vaginais como antes nos beijámos nas bocas, penetrando fundo com a
língua que a toca em volta... A minha mão pressionando a púbis e descobrindo um clitóris excitado que toco suave com o polegar...

Sinto-lhe o prazer e o tesão na forma como me aperta o sexo na sua mão, masturbando-me ora devagar ora rápido, ao sabor do seu prazer.


Fodo-a com a língua e depois com dois dedos, sentindo o tesão do seu clitóris na ponta da língua...

Ela sussura um grito gemido... - "Não aguento mais... Fode-me agora Pedro! Quero o teu caralho em mim!"


Nunca a tinha tido assim suplicante. Nunca tinha tido tal fera dominada e isso excitou-me ainda mais.

- “Não!” - respondi eu. - “vamos gozar agora juntos!”

Não é preciso mais para sentir o meu sexo afundar na sua boca a um ritmo alucinante que me enlouquece. E eu a movimentar-me nela tentando fazer da sua boca vagina...

- “Ahhhhhhhh! És boa Paula...”

Mas no seu sexo estão agora enterrados os meus dedos, tocando-a por dentro como se por aí pudesse alcançar o clitóris que beijo e lambo por fora. E os meus lábios e língua só abrandam para nele soprar o prazer que a enlouquece e que sinto nos seus gemidos abafados pela voluptuosidade com que me afunda na sua boca...

E de repente já ninguém controla ninguém, já ninguém consegue parar... só o tesão e o prazer nos controla, assim envolvidos e entregues um ao outro numa escalada frenética, sentindo cada vez mais próximo o momento em que seremos um...

E ele de súbito chega... e tomba sobre nós com a força e a intensidade de um raio que nos faz contorcer em espasmos de prazer, gemidos e gritados quase em uníssono, apertados um contra o outro... E por momentos tudo fica calmo, recuperando as respirações, num suave e sensual lamber de sexos, saboreando e bebendo o tesão e o prazer nos corpos suados e nos sexos melados, eu estendido por baixo e ela por cima esfregando-se em mim como uma gata no cio...

- “Que projecto delicioso, Paula...”

Subitamente ergue-se dando a volta e virando-se para mim, suspensa sobre o meu sexo que segura com força, tocando deliciosamente o seu... E penetrando-me fundo com aquele olhar sedutor e provocante, explode imperativa: -“É o meu projecto, Pedro!" - e questionando-me em tom de provocação enquanto esfrega o meu no seu sexo - "... Queres entrar nele?"

No elevador...

Não foi a primeira vez que nos cruzámos ali naquele imenso edifício onde trabalham e entram e saem centenas de pessoas de olhares distantes e atarefados. Também não foi a primeira vez que os nossos olhares se cruzaram e tocaram, disparando aqueles sorrisos que nos penetram até ao fundo da alma.

Fim de tarde. Eu hoje estou já de saída, apertado contra o fundo do elevador quando a porta se abre e te vejo do outro lado da multidão aguardando para entrar.

Hoje contrarias o fluxo que sai rapidamente e eu, não me mexo, observando cada um dos teus movimentos. Avanças como uma felina sobre os teus saltos finos e altos, oscilando os seios de uma forma que me deixa excitado... e tu simplesmente sorris e encostas-te ao meu lado fingindo olhar a porta indiferente às três pessoas que ainda entram depois de ti.


O elevador sobe e eu observo-te pelo canto do olho e sinto que me observas também...

O elevador pára saem duas pessoas e volta a subir... que vontade tenho de te agarrar, passar as mãos nas coxas, sentindo a curva apertada pela saia justa, abrir a blusa e possuir na minha boca os teus mamilos excitados e salientes que me enlouquecem...

O elevador pára de novo e tu e o outro dirigem-se para a porta... ele sai e tu ficas de costas para mim.

A porta fecha-se e tu tiras uma chave da mala que introduzes no comando do elevador que agora sobe sem parar até se deter subitamente entre os dois últimos andares... Então, voltas-te para mim devagar olhando-me nos olhos com aquele olhar penetrante que tanto me excita e eu, sinto o tesão crescer em mim junto com o teu olhar descendente que se detém no meu sexo apertado...

Avanço então para ti e as nossas bocas juntam-se num encontro de lábios e línguas que se misturam, abraçados, apertados enquanto entalo a perna entre as tuas coxas que afastas para melhor sentires como a esfrego e aperto contra o teu sexo.

Aperto-te as nádegas e subo-te a saia justa até ao limite sensual das meias... abres a blusa e libertas os seios nus diante da minha boca com um excitante “devora-os!”...  e eu não me faço rogado com tal oferta que tu sabes que há muito me excita e lambo os mamilos em volta e chupo com tesão abocanhando os seios com prazer...

Então sinto as tuas mãos que me abrem as calças e me puxa para fora o falo excitado que apertas...

Enlouquecido pelo tesão que despertas em mim, procuro de novo a tua boca mas tu não consentes logo o beijo... e mordes e chupas os meus lábios, segurando-me e dominando-me pelo sexo como dominarias um garanhão pelos arreios...

O meu tesão está a tornar-se selvagem... domina-me uma vontade louca de te lamber e chupar o sexo... tento baixar-me mas tu impedes-me apertando-me os cabelos... “Não, agora não! Temos tempo...”

Eu respondo impaciente: “estou-louco para te fazer gozar na minha boca!”. “Mais logo vais estar ainda mais...” - respondes tu.

Então largas-me de repente o pénis e acabas de levantar a saia até à cintura revelando uma deliciosa vagina, ladeada por uma floresta curta onde se junta a torrente do teu desejo...

Foi a gota de água... ergo-te contra a parede do elevador que oscila e enterro-me de uma vez em ti...


E que sensação mágica sentir-me entrar e afundar em ti, apertado pela teu sexo palpitante... sentir o teu abraço gostoso, o cravar dos dedos nos meus ombros, o teu arfar excitado e a tua respiração quente na minha boca...

Nunca vou esquecer como fodemos ali naquela tarde em que o tempo parou, em que em cada minuto vivemos a eternidade. Ainda sinto a tua boca na minha, os teus mamilos duros a roçar o meu tronco, o aperto da tua vagina à beira do orgasmo... numa cavalgada louca em que, apoiada nos meus ombros e numa sintonia perfeita, contrarias com força o ímpeto das minhas investidas...

Por duas vezes travo a ejaculação para me vir contigo, mas já não aguento mais... “veeeeemmm!” Sinto que estás quase e esfrego a minha púbis contra o teu clitóris quando me enterro em ti, o meu dedo maroto pressionando e entrando devagar no teu ânus...

Então sinto-te estremecer num espasmo, as tuas unhas na minha carne, um gemer que cresce até ser grito... apertas-me mais e grito num misto de dor e prazer que me invade de rompante... aperto-te muito mas quase caímos, escorregando encostados na parede sem nos soltarmos, ficando sentados frente a frente, encaixados um no outro...

Mas tal como a Cinderela à meia noite tu também tens de ir... Somos casados... Não me deixas um sapato mas um “Eu ligo-te amanhã. Tiramos a tarde?” acompanhado de um piscar de olho.

Antes de saíres ainda te pergunto - “como conseguiste a chave do elevador?”

Respondes-me simplesmente com um sorriso maroto - “Diz-me Pedro, tu recusavas-me alguma coisa?”